Aqui não havia nada que inventar. Apesar de já nos termos encontrado muitas vezes com o Rio Ave na nossa história, creio que o jogo mais importante foi mesmo o da última jornada da época passada, em que um triunfo nos daria o título. Felizmente aconteceu e pudemos festejar o 32º campeonato do nosso historial. Espero que o encontro de hoje tenha o mesmo fim (os 3 pontos).
Estávamos então na última jornada e bastava-nos vencer em casa o Rio Ave para assegurar o título (na verdade, com o empate do Braga na Choupana até podíamos ter empatado também). O jogo começou-nos de feição, com Cardozo a marcar logo aos 3 minutos, num golo que o colocava a par de Falcao na frente dos melhores marcadores, com 25 golos. O Benfica acabou por adormecer depois, limitando-se a controlar o jogo, e um balde de água fria caiu sobre a cabeça de todos nós quando, aos 72 minutos, o Rio Ave empatou na única vez que chegou à nossa baliza, por Ricardo Chaves. A resposta acabaria por não se fazer esperar: 7 minutos depois, Cardozo resolveu o encontro, sagrando-se ainda o melhor marcador do campeonato. Nesse 11 estavam presentes, do actual plantel, Rúben Amorim, Luisão, David Luiz, César Peixoto, Airton, Carlos Martins, Aimar, Saviola e Cardozo (entrariam depois Maxi Pereira e Nuno Gomes). No banco, não utilizados, ficaram Moreira, Sidnei, Felipe Menezes e Kardec. Júlio César, Roderick, Luís Filipe, Weldon e Mantorras não foram convocados por opção, enquanto Fábio Coentrão e Javi García estavam castigados. Que a vitória se repita hoje (se possível com menos aflição).
O resumo desse jogo, aqui:
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sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
O Benfica no campeonato - Benfica 5 - 0 Olhanense 2009/10
Desta vez não havia muitas voltas para dar. Escolhi a última vitória sobre o Olhanense, que nos deixou às portas do título, e a qual espero ver hoje repetida (não digo pelos mesmos números, claro, mas pelo menos que se garantam os 3 pontos).
A história é-nos familiar e conta-se em poucas palavras. A três jornadas do fim, o Benfica só precisava de 4 pontos para ser campeão. O Olhanense, que precisava urgentemente de pontos para se salvar (acabaria por consegui-lo), não era pêra mole, até pelas conhecidas ligações que tinha ao Porto. No entanto, o jogo acabou por ficar resolvido aos 8 minutos, quando Delson, que já havia cometido penalty logo aos 2, viu o segundo amarelo numa entrada assassina sobre Di María (grande jogo fez o argentino). Além de Angelito, destacou-se o hat-trick de Cardozo, que lhe permitiu ficar muito perto de se sagrar melhor marcador do campeonato (o que conseguiria, com 26 golos). No 11 estavam presentes, do actual plantel, Rúben Amorim, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Aimar, Weldon e Cardozo (entrariam depois Maxi Pereira, Saviola e Nuno Gomes). No banco, não utilizados, ficaram Moreira, Sidnei, Carlos Martins e Kardec, enquanto Júlio César, Roderick, Luís Filipe, César Peixoto, Airton, Felipe Menezes e Mantorras não foram convocados. Se jogarmos hoje metade do que o fizemos neste jogo, já será muito bom.
O resumo desse jogo, aqui:
A história é-nos familiar e conta-se em poucas palavras. A três jornadas do fim, o Benfica só precisava de 4 pontos para ser campeão. O Olhanense, que precisava urgentemente de pontos para se salvar (acabaria por consegui-lo), não era pêra mole, até pelas conhecidas ligações que tinha ao Porto. No entanto, o jogo acabou por ficar resolvido aos 8 minutos, quando Delson, que já havia cometido penalty logo aos 2, viu o segundo amarelo numa entrada assassina sobre Di María (grande jogo fez o argentino). Além de Angelito, destacou-se o hat-trick de Cardozo, que lhe permitiu ficar muito perto de se sagrar melhor marcador do campeonato (o que conseguiria, com 26 golos). No 11 estavam presentes, do actual plantel, Rúben Amorim, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García, Aimar, Weldon e Cardozo (entrariam depois Maxi Pereira, Saviola e Nuno Gomes). No banco, não utilizados, ficaram Moreira, Sidnei, Carlos Martins e Kardec, enquanto Júlio César, Roderick, Luís Filipe, César Peixoto, Airton, Felipe Menezes e Mantorras não foram convocados. Se jogarmos hoje metade do que o fizemos neste jogo, já será muito bom.
O resumo desse jogo, aqui:
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domingo, 28 de novembro de 2010
O Benfica no campeonato - Beira-Mar 2 - 3 Benfica 2004/05
Hoje vamos a Aveiro, e porque acho que precisamos de recordar momentos felizes do nosso clube, fui buscar a última vez que ganhámos no campo do Beira-Mar. E numa época em que fomos campeões (na penúltima vez que o fomos).
Estávamos então na primeira jornada da época 2004/05. Giovanni Trapattoni fazia o seu quarto jogo no comando do Benfica e o pecúlio não estava muito famoso até aí (já havia perdido a Supertaça para o Porto e sido afastado na pré-eliminatória da Liga dos Campeões pelo Anderlecht). Era, por isso, imperioso começar o campeonato com uma vitória para afastar fantasmas e devolver o Benfica ao trilho do sucesso. E foi isso que aconteceu, embora com muito sofrimento à mistura. No 11 de então estavam presentes, do actual plantel, apenas Moreira e Luisão. Mantorras e Nuno Gomes estavam nessa equipa mas não foram convocados (o angolano por lesão e creio que o português também). Desse jogo destaca-se o bis de Karadas, que se estreava no campeonato português, e a semi-recuperação do Beira-Mar, liderada por Beto - o mesmo que depois viria a jogar no Benfica. De referir que os aveirenses desceram de divisão nessa época (ficaram mesmo em último). Esperemos que o Benfica hoje seja capaz de voltar a vencer em Aveiro, seis anos depois.
Os golos desse jogo:
Estávamos então na primeira jornada da época 2004/05. Giovanni Trapattoni fazia o seu quarto jogo no comando do Benfica e o pecúlio não estava muito famoso até aí (já havia perdido a Supertaça para o Porto e sido afastado na pré-eliminatória da Liga dos Campeões pelo Anderlecht). Era, por isso, imperioso começar o campeonato com uma vitória para afastar fantasmas e devolver o Benfica ao trilho do sucesso. E foi isso que aconteceu, embora com muito sofrimento à mistura. No 11 de então estavam presentes, do actual plantel, apenas Moreira e Luisão. Mantorras e Nuno Gomes estavam nessa equipa mas não foram convocados (o angolano por lesão e creio que o português também). Desse jogo destaca-se o bis de Karadas, que se estreava no campeonato português, e a semi-recuperação do Beira-Mar, liderada por Beto - o mesmo que depois viria a jogar no Benfica. De referir que os aveirenses desceram de divisão nessa época (ficaram mesmo em último). Esperemos que o Benfica hoje seja capaz de voltar a vencer em Aveiro, seis anos depois.
Os golos desse jogo:
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
O Benfica no campeonato - Benfica 3 - 0 Naval 2007/08
A partir desta jornada - por nenhuma razão em especial; basicamente, porque me apetece - irei relembrar, antes de cada jogo, o melhor duelo de sempre entre o Benfica e a equipa que iremos defrontar nesse fim-de-semana. Como no Domingo receberemos a Naval, resolvi ir aos arquivos e ver qual o jogo mais memorável de sempre entre o Benfica e os figueirenses. Fiquei na dúvida entre 2: o 4-2 da época passada, na Figueira da Foz, cuja reviravolta nos catapultou definitivamente para o título (estávamos a perder por 2-0 aos 16 minutos); ou o 3-0 de 2007/08, um jogo que valeu pelos grandes golos de Cristian Rodríguez e Rui Costa (principalmente este), numa altura em que a equipa de Camacho ainda prometia muito. Acabei por me decidir por este último, não só pelo brilhantismo dos golos desse jogo, como também pela possibilidade de rever mais uma vez o Maestro com a camisola encarnada vestida e também porque o 4-2 ainda foi há relativamente pouco tempo, ainda está mais fresco na nossa memória.
Curiosamente, do 11 que defrontou a Naval nesse dia, à 4ª jornada do campeonato, só restam no plantel actual Luís Filipe, Maxi (que então jogava a médio-direito) e Nuno Gomes. No banco estavam Fábio Coentrão (entrou aos 84 minutos) e Cardozo, que nem jogou. Luisão, Moreira, David Luiz e Mantorras estavam lesionados, pelo que não fizeram parte das escolhas de Camacho. Que este resultado se repita no Domingo, e se não for pedir muito, que possamos assistir a golos igualmente brilhantes (claro que o de Rui Costa, por exemplo, é impossível de ser revisto, mas pronto...).
O resumo do jogo:
Curiosamente, do 11 que defrontou a Naval nesse dia, à 4ª jornada do campeonato, só restam no plantel actual Luís Filipe, Maxi (que então jogava a médio-direito) e Nuno Gomes. No banco estavam Fábio Coentrão (entrou aos 84 minutos) e Cardozo, que nem jogou. Luisão, Moreira, David Luiz e Mantorras estavam lesionados, pelo que não fizeram parte das escolhas de Camacho. Que este resultado se repita no Domingo, e se não for pedir muito, que possamos assistir a golos igualmente brilhantes (claro que o de Rui Costa, por exemplo, é impossível de ser revisto, mas pronto...).
O resumo do jogo:
sábado, 6 de novembro de 2010
O Benfica no campeonato - Porto 0 - 2 Benfica 2005/06
Porque considero o clássico deste Domingo absolutamente decisivo para as contas deste campeonato (não vamos estar com rodeios: o Porto será campeão se vencer este jogo), inauguro hoje a rubrica "O Benfica no campeonato", onde ocasionalmente (em princípio sempre na véspera de jogos decisivos) serão lembradas prestações passadas das águias frente ao adversário que virá a seguir. Neste caso, e porque esse adversário será o Porto, no Dragão, achei por bem relembrar a última vitória do Benfica neste reduto.
Foi em 2005/06, época em que, com Ronald Koeman no comando da equipa, conseguimos bater o Porto nos dois jogos. Curiosamente não serviu de grande coisa, pois acabámos em 3º lugar, a 12 pontos dos dragões. No entanto, à 7ª jornada ninguém poderia adivinhar esse desfecho, e a verdade é que o Benfica conseguiu um brilharete nesse jogo. Depois de um começo de época horrível (tal como este ano), em que chegámos à 4ª jornada com apenas 1 ponto, os resultados começaram a melhorar, mas a distância pontual para o Porto à entrada para o clássico ainda era de 4 pontos e ninguém dava o Benfica como favorito. O que é certo é que a exibição da nossa equipa foi espectacular, particularmente na segunda parte, com especial destaque para o agora capitão Nuno Gomes - na altura era Simão -, que bisou, carimbando uma vitória que fugia há muitos anos. Do actual plantel, só Luisão e Nuno Gomes actuaram nesse jogo; Moreira estava lesionado e Mantorras foi suplente não utilizado.
É uma exibição (e principalmente um desfecho) assim que espero que aconteça no Domingo. Tenho a plena convicção de que uma vitória do Benfica pode relançar o campeonato, mas uma do Porto selará o destino desta Liga por completo. O empate... deixa tudo na mesma. Portanto, vamos lá repetir o desfecho de há 5 anos. Já não será Nuno Gomes o herói do encontro (só Luisão repetirá a presença no onze), mas que seja outro o jogador a deixar o seu nome na história encarnada por ter garantido um triunfo no Dragão. Eu acredito!
Os golos desse jogo aqui:
Foi em 2005/06, época em que, com Ronald Koeman no comando da equipa, conseguimos bater o Porto nos dois jogos. Curiosamente não serviu de grande coisa, pois acabámos em 3º lugar, a 12 pontos dos dragões. No entanto, à 7ª jornada ninguém poderia adivinhar esse desfecho, e a verdade é que o Benfica conseguiu um brilharete nesse jogo. Depois de um começo de época horrível (tal como este ano), em que chegámos à 4ª jornada com apenas 1 ponto, os resultados começaram a melhorar, mas a distância pontual para o Porto à entrada para o clássico ainda era de 4 pontos e ninguém dava o Benfica como favorito. O que é certo é que a exibição da nossa equipa foi espectacular, particularmente na segunda parte, com especial destaque para o agora capitão Nuno Gomes - na altura era Simão -, que bisou, carimbando uma vitória que fugia há muitos anos. Do actual plantel, só Luisão e Nuno Gomes actuaram nesse jogo; Moreira estava lesionado e Mantorras foi suplente não utilizado.
É uma exibição (e principalmente um desfecho) assim que espero que aconteça no Domingo. Tenho a plena convicção de que uma vitória do Benfica pode relançar o campeonato, mas uma do Porto selará o destino desta Liga por completo. O empate... deixa tudo na mesma. Portanto, vamos lá repetir o desfecho de há 5 anos. Já não será Nuno Gomes o herói do encontro (só Luisão repetirá a presença no onze), mas que seja outro o jogador a deixar o seu nome na história encarnada por ter garantido um triunfo no Dragão. Eu acredito!
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