Finalmente! É só o que posso dizer desta convocatória de Queiroz. Lembrou-se que temos um médio fantástico que pode aguentar aquele meio-campo sem precisarmos de adaptações a trincos, sem precisarmos de 3 médios de contenção, e sem precisarmos de Deco a jogar quando não está actualmente em condições para isso (e quem diz Deco diz Meireles). Já era tempo de Pedro Mendes ser chamado. E quem diz Pedro Mendes diz Nuno Assis. Andaram anos a dormir, a dizer que sem Rui Costa e Deco não havia números 10 em Portugal. Pois bem, eu sempre vi em Nuno Assis qualidades tais que me parecia quase absurdo nunca ser chamado à selecção. Chega aos 31 anos com uma única internacionalização, no curto reinado de Agostinho Oliveira. Actualmente também já desponta Ruben Micael com cada vez mais força. Espero que os responsáveis da selecção acordem de vez e comecem a esquecer Deco que cada vez joga menos nos seus clubes e já não tem lugar nesta selecção.
Pedro Mendes é outro caso igual. Chamado 3 vezes por Scolari, chegou a ser preterido em detrimento de... Luís Loureiro. Não tem explicação. Como é possível desde 2003 ninguém ver o médio que Pedro Mendes é, a carreira fantástica que tem feito no campeonato inglês e agora na Escócia, onde já coleccionou títulos e é o grande patrão do meio-campo dos Rangers? Isto só visto. Finalmente Queiroz se lembrou dos verdadeiros talentos de Portugal.
Se eles jogarem, acredito em vitórias expressivas e no apuramento. O empate da Dinamarca na Albânia foi o tónico que faltava à nossa selecção. Assim os dinamarqueses não podem perder com a Suécia, sob pena de serem relegados aos play-off, e isso é a melhor coisa que Portugal podia pedir. Qualquer resultado que não a vitória da Suécia nos serve, desde que ganhemos os nossos jogos e marquemos muitos golos, principalmente com Malta. Eu acredito. Vamos à África do Sul!
PS: Quim continua a não ser convocado em detrimento do (por vezes) 3º guarda-redes do Porto. Se isto não é bajulação gratuita ao padrinho, é o quê?
Dimas não foi um portento de técnica, não foi dos melhores executantes que já passou pelo Benfica, não foi sequer dos melhores laterais esquerdos do nosso clube. Mas, nos últimos 20 anos, só Léo o superou. Minto atingiu um nível razoável, Fyssas e Dos Santos também, mas Dimas rubricou 2 épocas e meia muito positivas num período terrível da nossa história, acabando por conseguir uma transferência fantástica para a Juventus.
No Benfica Dimas fez um total de 68 jogos e 2 golos no campeonato, 12 jogos na Taça de Portugal (que venceu em 95/96), e 16 jogos e um golo na Europa (na Liga dos Campeões, Taça UEFA, competição onde conseguiu esse golo, em Munique, frente ao Bayern, e na Taça das Taças).
Chegou à Luz para a época de 94/95. Tinha 25 anos. Antes, já tinha passado pela Académica (onde se estreou como profissional, em 87/88, com 18 anos), Estrela da Amadora e Vitória de Guimarães. A meio da época de 96/97, rubricou a transferência da sua vida. Foi jogar para a toda-poderosa Juventus de Turim. Esteve lá 2 épocas e meia e depois saiu para o Fenerbahçe, da Turquia, onde aguentou uma época e meia. Para não perder o comboio do Euro 2000 mudou-se a meio da época 99/00 para a Bélgica. Destino: Standard Liège. No fim do Euro 2000 decidiu, tal como Paulo Bento (aliás, todo o percurso dos 2 é muito similar: ambos jogaram juntos no Estrela da Amadora, Vitória de Guimarães, Benfica e Sporting, sem falar da selecção), regressar a Portugal, onde representou o Sporting. Já não era novo e Rui Jorge era o dono do lugar. Ficou uma época e meia em Alvalade e a meio de 01/02 foi para o Marselha, onde acabou a sua carreira, com 33 anos.
Pela selecção de Portugal jogou 44 vezes, tendo participado nos Euros 96 e 2000, onde era o dono do lugar.
Dimas chegou na época em que tudo se desmoronou, à semelhança do seu antecessor nesta rubrica, Caniggia. Artur Jorge operou uma revolução numa equipa campeã nacional e, derivado a muitas circunstâncias, a mesma não carburou como pretendido. O 3º lugar final (assim como a eliminação nos quartos-de-final da taça às mãos do então defunto Vitória de Setúbal) demonstra as insuficiências de uma equipa que acabou a época devastada e sem confiança em si mesma. O único factor positivo da época foi a chegada aos quartos-de-final da Liga dos Campeões, onde fomos derrotados pelo então campeão europeu AC Milan.
Na época seguinte a revolução foi quase total, mas os resultados foram ainda mais desastrosos e Artur Jorge foi despedido à 3ª jornada. No seu lugar ficou Mário Wilson e a época acabou por ser muito mais aceitável, culminado com um 2º lugar e a taça de Portugal ganha ao arqui-rival Sporting, com uma exibição de luxo de João Pinto.
Nova época, nova revolução. Veio Paulo Autuori para fazer do Benfica de novo uma equipa campeã, trouxe os seus jogadores e os seus métodos e os resultados foram... 0. A meio da época despediu-se com o Benfica em 2º a 2 pontos do Porto. Mário Wilson fez a transição para Manuel José levar a cabo uma das piores épocas de sempre do Benfica. Mesmo assim conseguiu o 3º lugar final e repetir a presença na final da taça, que perdeu contra o Boavista. Dimas saiu a meio desta época para Itália, não participando na pior fase da mesma.
Não foi um portento, não foi um virtuoso, mas podemos dizer que deixou algumas saudades, muito devido (diga-se em abono da verdade) à escassez de laterais esquerdos de qualidade que tem proliferado desde então no Benfica.
Aqui ficam alguns momentos de Dimas com a camisola do Benfica:
Um desaire evitável. Pode descrever-se assim o jogo de ontem. O Benfica teve oportunidades de golo suficientes para poder sair de Atenas com mais uma vitória e até goleada, mas não foi feliz na finalização e aconteceram algumas desatenções defensivas que acabaram por dar frutos em cima do intervalo, com o golo do sueco Majstorovic.
Mas essas desatenções não aconteceram por acaso. Foram fruto da falta de atitude e excesso de confiança com que a equipa entrou no jogo. Deu a sensação de que os jogadores pensavam em que mais cedo ou mais tarde, o golo chegaria. Não chegou. Ou melhor, chegou e foi para o lado contrário.
Individualmente, não se pode culpar ninguém. Júlio César denotou muito nervosismo a jogar com os pés e nas saídas aos cruzamentos; Maxi não subiu uma única vez como tanto gosta; Luisão foi imperial em todo o jogo mas, como no melhor pano cai a nódoa, ficou a dormir no golo, bem secundado, diga-se, por David Luiz; César Peixoto continua a demonstrar a mesma qualidade de Jorge Ribeiro (cada um que avalie esta afirmação como bem entender); Javi e Ramires estavam exaustos, se bem que para mim Javi foi ainda assim o melhor em campo (como tem sido quase em todos os jogos); Di Maria voltou aos velhos tempos: inconsequente, não conseguiu desequilibrar, mas ainda assim empurrou a equipa para a frente; Aimar ficou atarantado à meia-hora e não devia sequer ter entrado para a segunda parte; Saviola não existiu e Cardozo só apareceu de livre.
No entanto, parece-me que até se pode culpar alguém individualmente: Jorge Jesus. Se uma equipa tem um estilo de jogo bem definido e comprovado em todos os jogos até agora, se os jogadores sabem perfeitamente o que devem fazer, se as ideias do treinador estão bem incutidas, o problema de falta de atitude e excesso de confiança que se viu tem de ser imputado ao treinador, que não os soube trabalhar mentalmente para o jogo em questão. Não há outra forma de ver as coisas. E pior, o Benfica voltou para a segunda parte com a mesma atitude com que abordou a primeira. Só acordou depois das entradas de Coentrão e Weldon. E atenção: eu considero Jorge Jesus o melhor treinador português, e já não é de agora. Já vem de longe. Mas ontem falhou claramente.
Realce ainda para problemas técnicos que o mesmo Jorge Jesus tem obrigatoriamente de trabalhar o quanto antes: treinar intensamente TODOS os guarda-redes do plantel para as saídas a cruzamentos: o problema não é de hoje e não é só de Júlio César, ou de Quim, ou de Moreira, é de todos eles; colocar outro jogador que não Di Maria a marcar os cantos ou, em alternativa, trabalhar intensamente com este esse aspecto; trabalhar intensamente com Coentrão a finalização (já exaspera a quantidade de boas oportunidades de golo que ele falha); e, mais importante que tudo: voltar a pôr a equipa aos saltinhos nas bolas paradas defensivas. Porque isso foi o que falhou ontem e está intimamente ligado à forma como os jogadores encararam o jogo. sem atitude, sem garra e sem atenção constante. Por isso é que se deu o golo que todos vimos. É urgente pensar nestas questões.
Por último, relembrar que o Everton venceu em Borisov e que estamos neste momento em 2º do grupo com os mesmos 3 pontos do AEK e já a 3 do Everton, pelo que é imperioso vencer o próximo jogo, em casa, exactamente contra os ingleses, para podermos pensar novamente no primeiro lugar do grupo e consequente qualificação para a fase seguinte.
Vamos ganhar em Paços 2ª, rumo ao 32º! É esta a minha convicção.
Estreio hoje a rubrica "Já joguei no Benfica", um espaço dedicado a jogadores que já passaram pelo maior clube de Portugal e maior do mundo em número de sócios, cada vez mais distanciado de qualquer outro clube no mundo e sobretudo em Portugal (para termos uma ideia, o Sporting festejou nas últimas semanas a chegada ao sócio número... 100 mil).
Como dizia, este espaço estará destinado a relembrar as passagens de jogadores que marcaram (ou não) a história do Benfica. No fundo, que fizeram a história do clube (uns para o bem, outros para o mal). Em condições excepcionais, o nome da rubrica pode ganhar certas nuances, que serão facilmente justificáveis pelo contributo do jogador no clube.
O primeiro cliente da rubrica é argentino, já se retirou, era uma estrela à escala mundial, tinha o sangue quente como a maioria dos sul-americanos e jogou no Benfica em 94/95, a época em que com Artur Jorge tudo se começou a desmoronar. Falo de Claudio Caniggia.
Apelidado de El Pajaro ou Filho do Vento, pela sua velocidade, tornou-se herói da Argentina em 1990, quando um grande golo eliminou o Brasil do Mundial. Fazia uma parceria excelente com Maradona, a qual foi reeditada 6 anos depois no Boca Juniors. Caniggia jogou no River Plate, Verona, Atalanta e Roma antes de chegar à Luz e depois foi para o Boca Juniors, voltou a jogar na Atalanta, rumou para a Escócia para representar o Dundee e o Glasgow Rangers e acabou a carreira em 2004 em terras árabes, no Qatar SC e no Al Arabi.
Pela selecção da Argentina, participou nos Mundiais de 90, 94 e 2002, onde não jogou, tendo ainda assim sido expulso no banco, no jogo com a Suécia que ditou a eliminação da Argentina na fase de grupos do Mundial.
Chegou ao Benfica com 27 anos, depois de uma época inactivo por consumo de drogas quando jogava na Roma. Era um jogador de fino recorte técnico, veloz e goleador. Começou bem, com boas exibições e golos, no campeonato mas também na Liga dos Campeões, onde o Benfica chegou nessa época aos quartos-de-final, caindo apenas aos pés do Milão, depois de uma arbitragem no mínimo infeliz em San Siro e de muito azar no jogo da Luz (inesquecível o remate de Isaías que bateu nos 2 postes e voltou para as mãos de Rossi).
No entanto, com o virar da primeira para a segunda volta, o seu fulgor desapareceu. Perdeu o lugar para Edilson, passou a ser utilizado a espaços até desaparecer por completo das opções do treinador. No fim da época saiu (nunca percebi bem qual a sua situação contratual no Benfica; penso que esteve emprestado pela Parmalat, ao abrigo do acordo que tínhamos com essa empresa). Ainda assim, fez 23 jogos e 8 golos no campeonato, 3 jogos e 5 golos na taça e 7 jogos e 3 golos na Liga dos Campeões. No total, 33 jogos e 16 golos ao serviço do Benfica.
Ficou famoso o beijo que deu na boca a Maradona em 96 ao serviço do Boca Juniors na celebração de um golo, beijo que foi por eles justificado como prova de que a sua amizade não tinha quaisquer complexos.
Foi um dos maiores talentos que já passou pelos relvados nacionais. Deixou-nos com a sensação de que poderia ter dado muito mais, não fosse a fase conturbada em que por cá passou. Ainda assim, ficou o perfume do seu futebol e a certeza de que pelo Benfica passou talvez o jogador que melhor combinou com Maradona ao longo de toda a carreira deste.
Um jogador cujo nome faz a Argentina suspirar. Uma estrela mundial que passou pelo Benfica em 94/95.
Aqui ficam alguns golos de Caniggia e o vídeo que resume o que foi Jorge Coroado como árbitro:
Terminou a segunda sondagem do Gloriosa Chama Imensa. Em resposta à pergunta "Dos avançados suplentes do Benfica, qual será o melhor marcador?", num universo de 13 votantes, 7 votaram em Weldon, consagrando assim o brasileiro como o mais provável 3º goleador do Benfica, atrás de Cardozo e Saviola (não incluo no grupo dos goleadores o Ramires, pois apesar de marcar muitos golos, não é avançado). Nuno Gomes arrecadou as preferências de 4 dos leitores, enquanto que Keirrison e Mantorras recolheram apenas um voto cada.
É possível depreender, a partir destes resultados, que os adeptos benfiquistas acreditam nas capacidades de um dos mais baratos reforços dos últimos anos da equipa. Weldon é um velho conhecido de JJ, com quem trabalhou no Belenenses, e já mostrou nos poucos jogos que fez de águia ao peito que é um matador, não precisando de muitas oportunidades para facturar. Nuno Gomes continua a ser um jogador que divide plateias, mas também se vai mostrando ainda muito útil à equipa, tendo já feito o gosto ao pé para a liga e Liga Europa esta época. Keirrison ainda não confirmou as maravilhas que dele se diziam, sendo neste momento um elemento a menos na equipa. Já quanto a Mantorras, parece destinado a ser o figurante de um plantel de luxo, sendo que ainda não ouvi JJ referir-se a ele uma única vez esta época. Espero sinceramente que um dia o mistério à volta do angolano seja desfeito.
Até lá, esperemos que todos eles nos encantem sempre que forem chamados a render os habituais titulares. Parabéns ao Weldon pela distinção!
PS: Aproveito para dizer que as ligas privadas do Gloriosa Chama Imensa no Jogo d'A Bola e na Liga Record estão activas. Ambas têm como nome Gloriosa Chama Imensa's League. Quem quiser entrar, é só entrar em contacto comigo para o meu mail, o qual encontram no meu perfil aqui do blog. Abraço e boa sorte a todos.
Já não vai havendo grandes palavras para descrever os jogos do Benfica, as suas exibições e os resultados finais, que continuam a aparecer quase jornada após jornada com um desnível acentuado. As razões são simples: a atitude, a garra, o querer ganhar, o nunca desistir de procurar mais e mais, o pressing constante, a pressão alta (tão em voga nos tempos de Mourinho cá em Portugal), a defesa mais segura dos últimos largos anos, a ambição e, de braço dado com todos estes predicados, a grande classe deste plantel, principalmente de uns 5 ou 6 jogadores que vão maravilhando nos relvados portugueses jornada após jornada. E, como não podia deixar de ser, a qualidade de um treinador que é o melhor treinador português da actualidade. Se me disserem que o plantel do Inter é melhor que o do Benfica, ainda mais força ganha a afirmação de que Jorge Jesus é neste momento superior a Mourinho, pois não vejo o Inter a jogar um oitavo do que joga o Benfica. Se o plantel do Inter é pior, é porque Mourinho não soube escolher os jogadores para esta época e está a perder qualidades a nível de planeamento, algo em que Jorge Jesus é exímio. Juntando-lhe o carácter guerreiro, ambicioso e vencedor, a sua leitura táctica irrepreensível, a rotação moderada e completamente acertada que faz do plantel, ficamos com a clara percepção que o melhor treinador de Portugal da actualidade é da Amadora e mora na Luz.
Tinha tudo para ser um jogo difícil, perante um adversário muito diferente do sensacional Leixões da época passada. As saídas de elementos fundamentais na estrutura da equipa da época passada, como Wesley, Diogo Valente, os capitães Elvis e Bruno China, o guarda-redes Beto (se bem que Diego seja também um bom guardião), aliado às fracas prestações individuais de Hugo Morais e Braga esta época (este também por lesão), fizeram com que o Leixões desta época volte à sua condição de equipa que luta para não descer de divisão e para isso utiliza armas por vezes nada leais.
O anti-jogo leixonense foi visível desde os primeiros minutos. A demasiada agressividade imposta em cada lance (curiosamente, ou talvez não, há 2 jornadas atrás não se viu esta atitude na equipa...) fazia perceber que o árbitro teria de produzir uma actuação corajosa e punir como mandam as leis, caso contrário os jogadores do Benfica sairíam muito mal tratados deste jogo. Foi assim que aos 27 minutos se dá a primeira expulsão, de Pouga, depois de uma entrada completamente merecedora de amarelo. Sendo que 6 minutos antes já havia visto um amarelo, numa escaramuça com Luisão, a expulsão foi justíssima e serviu para o Leixões se fechar ainda mais, na tentativa de guardar o máximo de tempo possível o empate. O seu objectivo acabou por se desvanecer já nos descontos da primeira parte, quando Aimar marcou magistralmente um livre lateral e David Luiz apareceu sem marcação a cabecear para o primeiro do jogo.
Aos 55 minutos, Aimar é impedido por trás por Nuno Silva de fazer o golo quando se encontrava com a baliza à sua mercê em clara oportunidade de golo. Expulsão e penalty mais que justos. Cardozo marcou mais um, sendo que aos 88 minutos bisou, numa excelente jogada começada e finalizada por si num cabeceamento perfeito.
Pelo meio, Ramires fez o seu quarto golo na Liga e ainda assistiu Maxi para o 4º do jogo. 2 golos resultantes de excelentes jogadas de entendimento colectivo da equipa encarnada.
No Leixões, jogadores a destacar do jogo de ontem... não há. Foram todos muito maus. No entanto, do que se tem visto no resto de campeonato já decorrido, as figuras da equipa esta época serão Pouga e o guarda-redes Diego. O avançado camaronês emprestado pelo Sevilha acabou por ser o patinho feio da equipa ontem, ao auto-expulsar-se logo aos 27 minutos, deixando assim o conjunto leixonense em grandes dificuldades.
Com a vitória da equipa assumidamente corrupta do Porto sobre o Sporting, num jogo em que mais uma vez foram claramente beneficiados, com claros prejuízos para os de Alvalade, contamos neste momento com mais 3 pontos que o Porto e mais 6 que o Sporting. Continuamos a 2 do Braga, que continua a ganhar e com estrelinha de campeão, mas que não vai manter esta forma durante muito mais tempo. Para a semana há digressão à capital do móvel, onde mais uma vez vamos encher um estádio da nossa liga e contribuir para uma enorme receita para um clube pequeno. Só a vitória interessa. Faltam 24 finais, rumo ao 32º título. Vamos acreditar todos nesse único objectivo.